O que acontece quando você não age
O que acontece quando você não registra
Você usou o nome por anos. Alguém depositou antes.
O INPI não analisa quem usou mais. Analisa quem depositou primeiro. Você recebe a notificação, tem 60 dias para contestar e precisa provar anterioridade, com documentos que talvez você nunca organizou.
Sua franquia travou na última hora.
O contrato de franquia exige certidão de registro da marca. Sem ela, o processo congela, os franqueados esperam e a expansão para. Meses de negociação perdidos por falta de um papel.
O sócio saiu e quer levar o nome.
Sem registro formal de titularidade, a marca fica em disputa. Quem saiu pode depositar o pedido antes de você agir, e aí o custo de recuperar o nome é muito maior do que o do registro original.
O que a MarQLinQ entrega
Proteção completa. Sem atalhos.
Pesquisa de viabilidade e análise de conflitos no banco do INPI
Nome parecido com o de outro pode ser suficiente para negar o registro, sem pesquisa, o depósito é aposta.
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Definição estratégica das classes NCL corretas para o seu negócio
Registrar na classe errada não protege o que você vende. É dinheiro gasto sem cobertura real.
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Depósito via e-Marcas com acompanhamento integral do processo
Erros formais no depósito causam exigências. Exigências sem resposta técnica levam ao arquivamento.
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Resposta técnica a exigências e ofícios do INPI
Exigência sem resposta adequada no prazo = processo arquivado e dinheiro perdido.
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Prova documental paralela para reforçar anterioridade
Quem deposita depois de você pode ganhar se você não tiver como provar que usava antes.
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Monitoramento semanal da RPI e controle do prazo de oposição
O prazo de 60 dias começa quando o INPI publica, não quando você fica sabendo.
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Como funciona
Passo a passo, sem surpresa no meio.
Diagnóstico
Pesquisamos conflitos no banco do INPI e avaliamos a viabilidade antes de qualquer depósito. Pedido errado é pior que nenhum pedido.
Ler artigoEstratégia de classes
Definimos as classes NCL que protegem o que você faz agora e o que planeja fazer. Cobertura insuficiente é lacuna que concorrentes exploram.
Ler artigoDepósito e acompanhamento
Preparamos a documentação, depositamos no e-Marcas e acompanhamos cada etapa do exame, respondendo exigências dentro do prazo.
Ler artigoCertificado e manutenção
Com o registro concedido, cuidamos das renovações e do monitoramento contínuo para que sua proteção nunca expire por descuido.
Ler artigoDúvidas frequentes
As perguntas que todo cliente faz antes de começar.
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Proteção que não termina aqui.
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Quanto tempo você ainda vai esperar?
Cada semana sem depósito é uma semana em que qualquer pessoa pode registrar seu nome antes de você. O INPI não espera.
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Como registrar uma marca no INPI: o guia completo, do diagnóstico ao certificado
Registrar uma marca não é preencher um formulário. É o único ato que transforma um nome que você usa num nome que você é dono de fato, com exclusividade garantida em todo o território nacional. Este guia ensina o processo inteiro, sem esconder nenhuma etapa, com dado real do INPI em cada passo. Se você quiser fazer sozinho, tem tudo aqui. Se preferir não ter esse trabalho, é só nos chamar no final.
Neste guia
1. O que é registro de marca
Registro de marca é o ato administrativo pelo qual o INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) reconhece a exclusividade de uso de um nome, logotipo ou sinal distintivo, em uma ou mais classes de atividade, em todo o território nacional. É diferente de CNPJ (registro da empresa perante a Receita Federal) e diferente de registro na Junta Comercial (protege o nome empresarial só dentro do estado). Nenhum dos dois garante exclusividade sobre a marca, só o INPI garante isso, e só depois da concessão.
A base legal é a Lei nº 9.279/1996 (Lei da Propriedade Industrial). O artigo 129 é o coração da lei: "a propriedade da marca adquire-se pelo registro validamente expedido", ou seja, quem usa a marca há anos sem registrar não é, legalmente, o dono dela. Quem registra primeiro é.
2. Por que registrar (e o custo real de não registrar)
Em 2025, 27,4% dos pedidos de marca foram indeferidos pelo INPI, e esse número sobe pra 57% quando um concorrente entra com oposição ao pedido (fonte: INPI, Estatísticas de Propriedade Industrial 2025). Isso não é sobre burocracia, é sobre risco real de perder o nome pra quem chegou primeiro, mesmo que você já use ele há anos.
Sem registro, você não tem base legal pra impedir um concorrente de usar um nome parecido, não consegue virar Loja Oficial em marketplaces que exigem certificado do INPI, e fica vulnerável a ter que trocar de nome (rebranding forçado) depois de anos construindo reputação em cima dele.
3. Passo a passo completo no INPI
Esse processo dá pra fazer sozinho, sem advogado. Abaixo está cada etapa real, na ordem certa, sem pular nada.
1. Faça a busca de anterioridade antes de qualquer coisa. No site do INPI (gov.br/inpi), use a busca de marcas pra ver se já existe um nome igual ou parecido, registrado ou em processo, na mesma classe ou em classe correlata à sua. Pesquise o nome exato, variações fonéticas (como soa) e visuais (como se escreve). Pular essa etapa é a causa mais comum de indeferimento, e você só descobre o conflito meses depois, já tendo pago a taxa.
2. Escolha a natureza da marca. Nominativa (só o nome, em texto), figurativa (só o símbolo/logo, sem texto), mista (nome + logo juntos) ou tridimensional (formato de embalagem/produto). A mista costuma ser a mais estratégica, porque protege nome e visual ao mesmo tempo, mas cada elemento (nome e logo) tem seu próprio grau de proteção dentro do registro.
3. Defina a classe de Nice e a especificação. Existem 45 classes (a lista completa está na seção 6 abaixo). Você escolhe a classe do que sua empresa realmente faz, e dentro dela, a especificação exata dos produtos ou serviços cobertos. Usar uma especificação da lista pré-aprovada do INPI sai mais barato e mais rápido de examinar. Escrever uma especificação livre custa mais e demora mais, porque exige análise manual de um examinador.
4. Crie login gov.br e acesse o sistema e-Marcas. O depósito é feito inteiramente online, pelo Sistema e-Marcas do INPI, usando seu login único gov.br (o mesmo da Receita Federal, INSS etc). Se você ainda não tem conta gov.br, precisa criar uma antes, com verificação de identidade.
5. Preencha o formulário eletrônico de depósito. Você vai informar: dados do requerente (pessoa física ou jurídica, com CPF/CNPJ), a natureza da marca escolhida no passo 2, a classe e especificação do passo 3, e a apresentação gráfica (se for mista ou figurativa, você anexa o arquivo da arte, geralmente PNG ou JPG dentro das dimensões exigidas pelo sistema).
6. Pague a GRU (Guia de Recolhimento da União). Depois de preencher o pedido, o sistema gera a guia de pagamento. O valor está detalhado na seção 4 abaixo. Sem o pagamento confirmado, o pedido não segue pro exame.
7. Acompanhe a publicação na RPI. Depois de protocolado e com o pagamento confirmado, o pedido é publicado na Revista da Propriedade Industrial (RPI), o boletim semanal oficial do INPI. A partir da data dessa publicação, começa a contar o prazo de 60 dias em que qualquer terceiro pode apresentar oposição ao seu pedido.
8. Espere o exame de mérito. Passado o prazo de oposição (com ou sem oposição apresentada), um examinador do INPI analisa o pedido de fato e decide: deferido (aprovado, segue pra concessão), indeferido (negado, cabe recurso administrativo em até 60 dias), ou exigência (o INPI pede uma correção ou documento, e você tem prazo pra responder, normalmente 60 dias). Não responder a uma exigência dentro do prazo arquiva o pedido, e a taxa já paga não é devolvida.
9. Pague a GRU de concessão e receba o certificado. Se o pedido for deferido, você paga uma segunda taxa, a de concessão do registro. Paga essa guia, o INPI emite o certificado de registro, válido por 10 anos a partir da data da concessão, renovável indefinidamente por períodos iguais.
4. Quanto custa
A taxa oficial do INPI pra depósito é de R$ 440 por classe pra quem tem direito ao desconto de 50% (pessoa física, MEI, ME, EPP) usando a especificação pré-aprovada, ou R$ 880 por classe sem desconto. Esse valor único cobre o pedido, o exame e os 10 primeiros anos de vigência, se concedido (fonte: gov.br/inpi, Portaria GM/MDIC nº 110/2025 e Portaria INPI/PR nº 10/2025). Pessoa física de baixa renda no CadÚnico e PcD têm isenção total.
Além da taxa oficial, há o honorário do serviço técnico, caso você prefira não conduzir o processo sozinho (pesquisa, estratégia de classe, preparo do depósito, acompanhamento e resposta a exigências).
5. Quanto tempo demora
Em média, 18 a 36 meses entre o depósito e a concessão do registro. O depósito já garante prioridade desde o primeiro dia, você pode usar a marca normalmente durante todo o exame, só os benefícios ligados à concessão final (como o selo de Loja Oficial em marketplaces) dependem do certificado.
6. Como escolher as classes de Nice
A Classificação Internacional de Nice (NCL) organiza produtos e serviços em 45 classes. Sua marca só está protegida nas classes registradas, um concorrente pode usar o mesmo nome numa classe diferente sem infringir nada. Empresas que vendem produto e prestam serviço (ex: uma loja com marca própria de roupas) costumam precisar de mais de uma classe. A escolha certa é estratégica: cobrir pouco deixa brecha, cobrir demais encarece sem necessidade.
Classes mais procuradas
As 45 classes de Nice, completas
Classes de 1 a 34 protegem produtos. Classes de 35 a 45 protegem serviços. Essa é a Classificação Internacional de Nice (NCL), a mesma usada pelo INPI e por mais de 90 países signatários do Acordo de Nice.
7. Erros comuns que derrubam um pedido
Depositar sem busca de anterioridade prévia; escolher a classe errada pro que a empresa realmente faz; usar uma descrição genérica demais ou específica demais na especificação; não responder exigência dentro do prazo; achar que CNPJ ou domínio registrado já protege o nome, nenhum dos dois protege.
